APRESENTAÇÃO

Bem vindos todos vocês que se interessam pela Educação, seja ela inicial, continuada, presencial ou mediada pelas tecnologias digitais da informação e da comunicação (TDICs). Este blog tem como objetivo refletir sobre as formas de ensinar e aprender no mundo contemporâneo e o modo pelo qual as TDICs modificam os paradigmas tradicionais de nossa estrutura educacional.
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segunda-feira, 16 de outubro de 2017



Práticas educacionais e formação de professores

Conexão Futura Canal Futura



(Texto do Canal Futura)
Práticas educacionais e formação de professores - Conexão Futura - Canal Futura A meta número 15 do Plano Nacional de Educação prevê que até o ano 2024, 100% dos dois milhões de professores brasileiros tenham curso superior nas áreas em que atuam. Hoje, esse número não passa de 24% dos professores com formação de nível superior. A atualização e capacitação constante são importantes porque garantem, além do aperfeiçoamento da atividade profissional, a qualidade de ensino. É possível reinventar o magistério?
Entrevistados: Celso Antunes, consultor de Educação do Canal Futura; Cesar Callegari, Diretor da Faculdade SESI-SP de Educação; Cicinato Carmo Apresentação: Larissa Werneck Exibição: 08 de setembro de 2016


sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Conteúdo, prática didático-pedagógica ou o terceiro caminho na formação de professores no Brasil
Cicinato Azevedo do Carmo




SAVIANI, Dermeval. Formação de professores: aspectos históricos e teóricos do problema no contexto brasileiro. In: Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 14, n. 40, p. 143-155, jan./abr. 2009. Disponível em: < http://bit.ly/1Ab0O7W>. Acesso em: 12 nov. 2014.



            A formação docente é matéria de política pública e tema recorrente nas pesquisas acadêmicas no Brasil, exigindo respostas que se aproximem das diversas realidades educacionais encontradas no país. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96) regulamentou, após alteração ao texto original pela Lei 12.014/09, os fundamentos da formação dos profissionais da educação em três pilares: sólida formação nos conhecimentos científicos e sociais necessários para o exercício da profissão, associação entre teoria e prática e aproveitamento de experiências adquiridas em instituições de ensino e outras atividades. A regulamentação da formação docente nos moldes propostos, no entanto, não solucionou o dilema histórico dos cursos de licenciatura e de Pedagogia no Brasil, a saber: formação com foco no conteúdo disciplinar específico com pouco espaço para os aspectos didático-pedagógicos (Gatti: 2010) ou formação com ênfase na prática docente e esvaziada de conhecimento geral e específico.

O dilema instaurado entre conteúdo e forma, ou seja, entre uma formação conteudista e uma formação prática, é explorado por Dermeval Saviani no artigo Formação de professores: aspectos históricos e teóricos do problema no contexto brasileiro (2009). Neste texto, Saviani faz um percurso pela história, indo do Brasil Império até as políticas neoliberais do governo Fernando Henrique Cardoso, e situa o problema da formação de professores nas esferas da política educacional nacional e dos modelos de formação docente adotados. A partir desta contextualização, o autor propõe a superação deste dilema e aponta um “caminho prático e objetivo” que recuperaria a ligação intrínseca ao ato docente entre a forma e o conteúdo nos cursos de formação de professores. Ainda sobre este assunto, Saviani discorre sobre a formação de professores para a Educação Especial dentro do contexto educacional instaurado pós-LDB 9.394/96, em particular, após a promulgação das resoluções CNE/CEB n. 17/2001 e CNE/CP 1/2006.

            Resultado de um trabalho apresentado na 31ª. Reunião Anual da ANPEd, em 2008, o artigo inicia-se traçando as origens da institucionalização da formação docente na França no último decênio do século dezoito com a criação da Escola Normal e da Escola Normal Superior. Esta última formava professores para atuar no ensino secundário e transformou-se, de fato, em uma instituição de estudos superiores, desvinculando-se das preocupações didático-pedagógicas intrínsecas ao ato docente. O modelo francês normalista de formação de professores seria adotado por diversos países da Europa e também pelo Brasil de D. Pedro II.

            Após situar os aspectos históricos da formação de professores, Saviani debruça-se sobre contexto brasileiro e identifica seis períodos distintos de política educacional voltada para a questão da formação docente. O primeiro destes períodos é, na realidade, um momento de tentativas de institucionalização da formação docente. Este momento foi, inicialmente, marcado pela promulgação da Lei das Escolas de Primeiras Letras (1827) e, sete anos mais tarde, pelo Ato Adicional, que tornou a instrução primária responsabilidade das províncias, possibilitando, assim, a criação das primeiras Escolas Normais no país. Estas, no entanto, não gozavam de estabilidade institucional e dependiam dos interesses políticos provinciais para a sua manutenção. Quanto aos seus fins, as Escolas Normais visavam à formação de professores para o ensino primário e, embora suas orientações fossem para as preocupações didático-pedagógicas, a formação de seus professores era baseada, na prática, na aquisição dos conhecimentos gerais e específicos. Nesta separação entre a forma e o conteúdo reside o problema na formação de professores no Brasil.

            O período subsequente vê o estabelecimento e a expansão das Escolas Normais no país. A reforma da instrução pública no estado de São Paulo, regulamentada com a publicação do decreto n. 27, de 12 de março de 1890, apresentou uma preocupação com a formação de professores bem preparados para o exercício da profissão, determinando que ela deveria basear-se no enriquecimento dos conteúdos curriculares e nos exercícios práticos de ensino. Embora apontasse para a necessidade de uma ênfase nas questões didático-pedagógicas, a sua realização adotou um caráter conteudista, de sobreposição da cultura geral e conhecimentos específicos em relação às práticas de sala de aula. Na tentativa de superar esta deficiência, Anísio Teixeira implantou, em 1932, o primeiro Instituto de Educação do Rio de Janeiro, reorganizando o Ensino Normal e transpondo-o para o plano universitário. Tal modificação visava a superar as limitações do modelo anterior e fornecer uma formação adequada de professores para o ensino primário e secundário por meio de um sólido preparo cultural e técnico, orientado para a formação profissional. Nas palavras de Saviani (2009:146) “Caminhava-se, pois, decisivamente rumo à consolidação do modelo pedagógico-didático de formação docente”. Contudo, a elevação dos institutos de educação ao nível universitário e a organização dos cursos de licenciatura e de Pedagogia, em 1939, implicaram em um distanciamento das práticas pedagógicas na formação profissional docente. Mais uma vez, a política educacional do país atribuiu um caráter secundário à formação em sala de aula e reforçou a predominância dos conteúdos culturais-cognitivos. Os dois períodos subsequentes, a substituição da Escola Normal pela habilitação específica de Magistério em 1971, e a criação dos Institutos Superiores de Educação e das Escolas Normais Superiores no ano de 1996, não equacionaram o problema da formação de professores no Brasil. Pelo contrário, Saviani (2009:148) afirma que eles mantiveram a ênfase na formação conteudista, nivelaram por baixo as políticas formativas e não conseguiram estabelecer um padrão “minimamente consistente” que formasse professores capazes de atuar nas diversas realidades escolares do país.

            O quadro histórico descrito por Saviani é ampliado pela distinção entre o modelo de formação conteudista, orientado para a aquisição dos conhecimentos disciplinares específicos e de cultura geral, e o modelo pedagógico-didático, que visa ao preparo do professor para as situações cotidianas de sala de aula. No Brasil, a universidade priorizou o primeiro modelo. Ela deixou a cargo das diversas faculdades e institutos a formação específica profissional e a devida complementação didático-pedagógica para as Faculdades de Educação.

Esta separação de conhecimentos contribuiu para acentuar o dilema existente na formação de professores. Como superar este dilema? Saviani aponta uma saída sem que a estrutura atual seja modifica em sua base: o livro didático. Para ele, o livro didático apontaria para a conciliação dos modelos atuais porque, de certa forma e apesar das suas limitações, ele articula em si os conhecimentos disciplinares especializados e as orientações didático-pedagógicas do ato docente. A análise dos livros didáticos nos cursos de formação de professores permitiria compreender a complexidade dos currículos escolares e a articulação entre a forma e o conteúdo, servindo de ponto de partida para a reformulação dos cursos de licenciatura e de Pedagogia. Saviani defende seu posicionamento ao afirmar que é o livro didático “que, geralmente de forma acrítica, dá forma prática à teoria pedagógica nas suas diferentes versões”, refletindo as mudanças teóricas educacionais dos momentos históricos.

Se esta é uma solução definitiva para Saviani? Certamente que não. Ele sugere ainda que profissionais das Faculdades de Educação e das diversas unidades acadêmicas organizem-se em grupos de ensino como forma de superar a compartimentalização disciplinar e dar um novo formato aos cursos de licenciatura. Uma política nacional de valorização do magistério com melhores condições de trabalho, melhores salários e jornada de trabalho reduzida também são apontados como fatores de superação do problema da formação de professores no país. Em sua defesa por uma formação consistente, Saviani não deixa de fora a Educação Especial. Em suas palavras, os decretos do Conselho Nacional de Educação n. CNE/CEB 17/2001 e CNE/CP 1/2006 representaram um retrocesso ao secundarizar a questão dos alunos com necessidades especiais no currículo dos cursos de Pedagogia. Para ele, é urgente que seja criado um espaço específico para cuidar da formação dos professores de Educação Especial ou esta modalidade continuará negligenciada na prática. É mister, enfim, que a educação seja tratada em sua complexidade como eixo de desenvolvimento nacional com professores mais bem formados e preparados para lidar com a diversidade social de nosso país.


Referências:
GATTI, Bernardete A. Formação de professores no Brasil: características e problemas. In: Educação & Sociedade, Campinas, v. 31, n. 113, p. 1355-1379, out.-dez. 2010.

BRASIL, Lei de Diretrizes e B. Lei nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996.






O trabalho Conteúdo, prática didático-pedagógica ou o terceiro caminho na formação de professores no Brasil, de Cicinato Azevedo do Carmo, está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Considerações de uma educação em trânsito

 por Cicinato A Carmo


Algumas experiências pelas quais passamos não se repetirão jamais com a mesma intensidade com que as sentimos da primeira vez: o primeiro beijo, a primeira aula na faculdade, o primeiro carro, a primeira casa. Na verdade, a sabedoria popular tem razão quando diz que as águas não passam duas vezes no mesmo rio. O rio já não é mais o mesmo, muda a cada instante. Suas margens são redesenhadas pelas águas que por ali passam e apresentam novos contornos. As águas, por sua vez, seguem caminho para outros rios até chegar no oceano. Ora me sinto rio, caminho sulcado na terra. Ora me sinto água: fluido em busca de zonas mais baixas até encontrar a imensidão dos mares e ali me misturar a outras águas e me transformar em mar, em vapor, em água. Assim foi o meu domingo com o grupo Edu on Tour (http://eduontour.weebly.com/): líquido, intenso e transformador.

Domingo de festa estranha com gente esquisita. Sim! Gente que dedicou o dia santo para discutir ações que impactem positivamente a sociedade pelo viéis da educação. E não eram só brasileiros. Éramos brasileiros, austríacos, suecos, tchecos, portugueses, alemães, belgas, espanhóis... Éramos muitos. Origens, formação, classes sociais, culturas nacionais, gêneros e etnias distintas. Éramos um. Um corpo, muitas funções, um objetivo: lutar para viver com dignidade. Lutar com espadas, bombas, granadas, rojões? Não! Lutar com a palavra. Indaba! Lutar por dias melhores, por oportunidades igualitárias, pela dignidade humana, pela formação global do ser humano. Indaba! Lutar por uma educação goiabeira, ramificada, frondosa. Ou seria uma educação fogueira? Ágil, dinâmica, transformadora. Não importa qual seja a metáfora que usemos. Na realidade, o que importa é a certeza de que o atual quadro social excludente em que vivemos só poderá ser modificado se, e exclusivamente se, nos lançarmos à ação sistematizada por uma educação igualitária. Alguns poderão dizer: “Uma andorinha só não faz verão”, mas afirmo que ela é indicativo de que muitas outras virão para se unir à ave solitária e formar um bando tão barulhento que não poderá ser ignorado. O verão está chegando. Quando? Não sei dizer ainda, mas vejo andorinhas aqui e ali anunciando um tempo que urge. Ouço o seu zinzilular anunciando histórias. Histórias de cabide, de feridas, de super heróis e de goiabeiras. Histórias de crianças, homens e mulheres que acreditam na força transformadora da educação. Histórias contadas em rodas que se desdobram em outras histórias e formam novas rodas ad infinitum.

Indaba! Palavra de origem africana que significa conselho de pessoas reunidas em torno de um assunto importante para discussão.  Ou simplesmente em zulu, um assunto para discussão. E que assunto é esse que trazemos para a nossa roda? Educação. Mas uma educação dialógica, criativa e empoderadora. E que pessoas são essas na roda da história? Eu, você e todos aqueles que lutamos por um mundo igualitário. Andorinhas anunciando o verão! Experiências como a de domingo me fazem perceber mais claramente que ações locais têm o poder de transformar grandes estruturas quando conectadas em rede. Exemplos há aos montes na história recente: Maio de 1968, o movimento pelos direitos civis das mulheres, negros e gays, Primavera Árabe dentre outros. É hora de estabelecer conexões em larga escala para transformarmos a educação. É hora de ação!



O trabalho Considerações de uma educação em trânsitode Cicinato A do Carmo está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

segunda-feira, 24 de março de 2014

BYOD

O que é BYOD? Que tendência é esta que tem sido incorporada por muitos professores em suas salas de aula? Este movimento traz algum benefício para o aprendizado dos alunos?

Assistam a este pequeno vídeo introdutório ao assunto e deixe a sua opinião.



terça-feira, 11 de março de 2014


Confira a programação preliminar do X Seminário Nacional ABED de EaD, cujo tema é Caminhos para Consolidação da EaD. Esta programação ainda está sujeita a alterações, conforme informado pela organização do evento. O seminário acontecerá nos dias 24 a 26 de abril de 2014 no Auditório Casa do Ator, em São Paulo. 




Para acessar a programação, clique na imagem abaixo: 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013



As NTICs e o espaço escolar


As novas tecnologias da informação e comunicação (NTICs), aliadas à Web 2.0, provocam mudanças nas formas pelas quais interagimos com o conhecimento. A relação unidirecional produtor-receptor de saber modifica-se. No atual contexto histórico, o pólo de emissão é liberado e todos tornam-se potencialmente produtores de conhecimento, interagindo e interferindo de modo pluridirecional, hipertextual e multimída como jamais visto na história da humanidade. 

A professora e pesquisadora Edméa Santos, no artigo Educação online para além da EAD: um fenômeno da cibercultura (2010: 33), afirma que "as tecnologias digitais de informação e comunicação se caracterizam por uma nova forma de materialização" da informação, permitindo a digitalização de todo o material atômico até então produzido pelos grupos sociais: sons, imagens, textos, gráficos etc. A digitalização deste material, a integração de diversas mídias em uma interface informática e a sua interconexão mundial via redes de computadores criam uma espaço cibernético de interação caracterizado pelo movimento do faça você mesmo. Este ciberespaço, ainda segundo SANTOS (2010: 37), "é o hipertexto mundial interativo, onde cada um pode adicionar, retirar e modificar partes dessa estrutura telemática, como um texto vivo, um organismo auto-organizante", marcado pela circulação de ideias pluralistas e pela inexistência de um controle centralizado. 

A crescente popularização dos computadores portáteis, câmeras digitais, tocadores de mídia, smartphones, tablets, da Internet e da nova cultura do faça você mesmo não passaria despercebida pelas novas gerações ou mesmo pela Escola. Vistos como objetos de consumo, ou ainda de necessidade básica, estas inovações tecnológicas 'invadiram' o espaço escolar e vem modificando os papéis do professor e do aluno. Governos e instituições privadas criam programas que incorporam as NTICs no processo de ensino-aprendizagem, um número maior de professores usa estas tecnologias em suas práticas pedagógicas e uma quantidade significativa de alunos carrega seus celulares e tablets para a sala de aula.

A presença das NTICs na sala de aula, incorporadas a uma prática pedagógica "problematizadora, desafiadora, agregadora de indivíduos pensantes que constroem conhecimento colaborativamente e de maneira crítica" (LEITE: 73), torna-se um importante agente de mudanças no comportamento discente. Neste cenário, o aluno é estimulado a ter uma participação ativa no processo de aprendizagem; ele interage diretamente com o objeto de conhecimento e com todos os atores envolvidos nesta interação; ele cria, modifica e ressignifica conhecimentos por meio de uma relação dialógica. 
A prática pedagógica na contemporaneidade não pode negligenciar o fato de que estas novas tecnologias fazem parte integrada da vida cotidiana dos alunos e de que eles transitam neste novo espaço confortavelmente, produzindo uma cultura cibernética que afeta diretamente o modo como se relacionam com a informação e com o conhecimento. A escola deve apostar em práticas conectadas com o local e com o mundo que façam com que os alunos vivenciem situações em que sua autonomia e criatividade sejam exigidas, rompendo com o modelo tradicional de ensino.  


Referências:

LEITE, L. S. Mídia e a perspectiva da tecnologia educacional no processo pedagógico contemporâneo. In: FREIRE, W. (org.). Tecnologia e educação: as mídias na prática docente. 2 ed. Rio de Janeiro: Wak Ed., 2011.

SANTOS, E. Educação online para além da EAD. In: SILVA, M et alli. Educação online: cenário, formação e questões didático-metodológicos. Rio de Janeiro: Wak Ed., 2010.

Licença Creative Commons
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quarta-feira, 4 de setembro de 2013



 As Formas do Saber



No documentário As Formas do Saber, o filósofo Pierre Lévy discute as novas formas de organização e produção de saberes, os motivos pelas quais a escola não é mais a detentora do monopólio do conhecimento e aponta para novas formas de apreensão do saber mais apropriadas ao século XXI.  

Seguem alguns pontos levantados na entrevista:

  • Na sociedade contemporânea, o ciclo de renovação do conhecimento é de 3 a 10 anos.

  • O ouvinte, leitor ou espectador transforma-se em um "interator" na sociedade da informação.

  • A cibercultura possibilita a construção do conhecimento em conjunto por meio da interação direta com o objeto e seus produtores. O "interator" também é um produtor de saberes.

  • A Internet surge como um movimento social de jovens das grandes metrópoles interessados em experimentar novas formas de comunicação interativas e comunitárias.